Dia 20 de agosto, quinta-feira, às 14h, começa A Quebrada é Boa na Fábrica de Cultura Vila Curuçá. Cada apresentação tem quatro elementos da Cultura Hip Hop: MC, DJs, breaking e graffiti. O público interage e age nas ações. O Grupo Monarckas realiza o evento e participam de todos as ações junto com a rapper e apresentadora Freeda e convidados.

Nesse primeiro evento participam no Breaking, Future K e no Graffiti, Luiza Zingara. “O Hip Hop se torna o fio condutor de uma jornada onde os quatro elementos dançam em harmonia”, conta Monarckas.
A Quebrada é Boa estará em 6 Fábricas de Cultura sempre com o Grupo Monarckas e Freeda, no comando. No dia 21, sexta, será na Fábrica de Cultura do Itaim Paulista com o grafiteiro Plyor e Future K. No dia 26, quarta, será na Fábrica de Cultura Cidade Tiradentes com a DJ Ritma e Vibra Dancehall Moves. No dia 27, quinta, será na Fábrica de Cultura São Bernardo, com danças urbanas e Stylo Urbano. Dia 28, sexta, acontece na Fábrica de Cultura Belém, com a DJ Khoame, breaking, Xeque Mate e graffiti, Calor Carol. A última apresentação será no dia 4 de setembro, sexta, na Fábrica de Cultura Sapopemba com breaking, Future K e no graffiti, Marcos Araújo.
O projeto nasceu da vivência concreta no distrito do Sapopemba. Surgiu da vontade de mostrar que a quebrada produz, educa, compartilha e transforma. E esse processo nunca foi solitário: é feito a muitas mãos – por artistas, produtores, educadores, moradores que acreditam no poder da cultura como ferramenta de transformação social. A Cultura Hip Hop – em suas expressões como MC, Graffiti, Breaking e DJ – é o fio que costura essas ações, promovendo encontros e celebrações que afirmam a potência do território e das juventudes periféricas. Desde 2013, A Quebrada é Boa era realizada de forma autônoma, superando limites financeiros com criatividade, parcerias locais e muito afeto. Passados 10 anos, em 2023, foram contemplados na 20ª Edição do Programa VAl II, o que deu um salto, fortalecendo a estrutura e ampliando o alcance. Um movimento feito por mãos que dançam, rimam, pintam e tocam. É a afirmação de uma identidade coletiva que resiste e insiste em existir com arte, som e cor. Movimento que alia arte e resistência, A Quebrada é Boa pretende reunir a comunidade e celebrar a arte periférica, onde cada um contribui com o a ferramenta que tem, para mostrar que coisas boas estão também na quebrada. Em 2024, A Quebrada é Boa abriu o Prêmio Sabotage.
Cada evento contará com apresentações potentes, incluindo pocket shows do Grupo Monarckas, os anfitriões e a voz ativa da quebrada, que carregam nas letras e nas vivências o DNA da periferia. Representando o rap feminino da nova geração Freeda, que é um tesouro do território. Ao lado deles, artistas locais e artistas convidados que reforçarão a conexão entre os territórios, promovendo o fortalecimento de uma rede cultural viva e pulsante.
“E queremos que cada morador e moradora dessas regiões possam dizer, com orgulho e brilho nos olhos e esperança renovada: A quebrada é boa, sim – e é nossa vez de brilhar.”




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