Em pouco mais de três meses no ar, o podcast “Em Voz Alta com Monique Evelle” segue acumulando reconhecimentos no Spotify. O projeto figura no Top 3 podcasts de histórias e entrou para a seleção dos Melhores do Ano até o momento. Conhecida por liderar debates sobre inovação, empreendedorismo e impacto social, Monique Evelle tem mostrado ao público uma faceta pouco conhecida.


“As pessoas conheceram a Monique que fala sobre negócios, inovação e empreendedorismo. O podcast nasceu porque eu também queria dividir as conversas que acontecem quando as câmeras se desligam, quando surgem as dúvidas, os medos e os recomeços. Acho importante falar sobre isso com honestidade”, afirma.
Com episódios publicados sempre às segundas-feiras, às 7h, “Em Voz Alta com Monique Evelle” aposta em um formato sem roteiros engessados. A proposta é acompanhar o fluxo da própria vida da criadora, transformando experiências cotidianas em conversas que aproximam quem está do outro lado.
Em vez de apresentar respostas prontas, Monique compartilha questionamentos que também fazem parte da trajetória de quem lidera, empreende e constrói negócios. No episódio mais recente, intitulado “Eu perdi a motivação pelo que eu criei”, ela aborda um sentimento comum entre fundadores e profissionais: o desafio de reencontrar propósito mesmo após conquistar resultados.
“Eu nunca quis fazer um podcast para ensinar as pessoas a viver. Queria criar um espaço onde elas pudessem se reconhecer nas minhas reflexões. Quando alguém escuta um episódio e percebe que não está sozinho no que sente, eu entendo que o objetivo foi alcançado”, diz.
A executiva reconhecida pela Forbes Brasil deixa de lado a postura da especialista para abrir espaço à vulnerabilidade, falando sobre inseguranças, mudanças de perspectiva e processos pessoais com a mesma naturalidade com que discute negócios e inovação.
“O podcast nasceu para ser um espaço onde eu pudesse pensar em voz alta, sem a obrigação de parecer que tenho todas as respostas. Acho que muitas pessoas vivem conflitos parecidos, mas nem sempre encontram alguém disposto a falar sobre isso com honestidade.”




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