Musica

A Quadrilha, selo encabeçado por Djonga, aglutina artistas de diferentes vertentes em uma mixtape coletiva

“O diferencial d’A Quadrilha é a união do diferente”. É dessa forma que o rapper mineiro Djonga define o seu encontro com os amigos e colegas de trabalho Marcelo Tofani, Laura Sette, Bertiolli, X Sem Peita, Dougnow e Zinga – todos integrantes d’A Quadrilha, selo encabeçado por ele. Dessa união, nasce a mixtape AQuadrilha (ouça aqui), que, no dia 13 de dezembro, chegou às plataformas de streaming juntamente com três registros audiovisuais (assista aqui) dirigidos por Djonga e Túlio Cipó.

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O trio de faixas apresenta a versatilidade e a potência dos artistas d’A Quadrilha enquanto grupo, sendo que todas as músicas contam com produtores diferentes, conferindo unicidade a cada uma das novidades. “A gente marcava um churrasco, ficava ali bebendo, comendo e trocando ideia… A galera chegava às 18h e teve dia que a gente foi embora às 7h – [ficamos] doze horas trabalhando. Foi um projeto que nasceu do esforço. Eu gosto muito desse lance do talento, acho bonitinho, interessante, mas legal mesmo é o esforço, a gente trabalhou muito, a gente suou muito pra fazer esse projeto”, relembra Djonga sobre o processo de criação da mixtape, resultado do primeiro encontro artístico após o início do selo A Quadrilha, em 2020. 

Diferentemente de cyphers, que têm como objetivo reunir MCs para falar sobre um assunto em comum de maneira livre, geralmente por meio de freestyle, as faixas de AQuadrilha foram todas compostas coletivamente pelo grupo. “Os produtores somaram muito ao trazer as referências, os beats foram construídos em conjunto, a gente tava sempre ali falando ‘vamos fazer assim o beat, vamos adicionar isso, vamos tirar aquilo’”, pontua o rapper.

Como tema central da mixtape, há o progresso em diferentes momentos, explorando desde o sucesso financeiro, como na faixa “OURO BRANCO”, até o sucesso no amor, como em “#SDD”. Djonga relata também que “TÁ DE CÃO”, música que fecha a mixtape, foi a responsável por dar o pontapé inicial no que viria a ser o projeto. Segundo o artista, cada participante trouxe à mesa algum diferencial: “Um foi completando o outro: o [Marcelo] Tofani somou muito na construção musical da parada, ajudando nas melodias; o Zinga trouxe bastante a estética do trap; os meninos do X Sem Peita vieram com o deboche, com aquela ironia que a gente gosta; Dougnow tem a lírica afiadíssima sempre; Bertiolli trouxe todo o suingue pra parada; a Laura [Sette] puxou a primeira música de uma forma que impressionou todo mundo… Acho que a minha função foi somar tudo em um espaço e fazer a parada acontecer”. 

Djonga ainda afirma que a união da Quadrilha em uma mixtape é apenas o começo. “Esse é só um primeiro passo, isso não acaba por aqui”, promete.

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