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Neymar Jr. é acusado de abuso sexual por funcionaria da Nike

Jogador recebe segunda acusação de abuso na carreira.

Nesta semana uma reportagem do Wall Street Journal revelou que o jogador Neymar Jr. teve seu contrato rompido com a Nike após uma acusação de Abuso Sexual que teria acontecido em 2016, quando ele ainda tinha a marca como sua patrocinadora pessoal. Segundo a Nike, que se pronunciou hoje (28) o caso teria chegado à empresa em 2018 e teve sua investigação feita a partir de 2019 por desejo da funcionária que só teve interesse em prosseguir com o caso naquele momento.

Neymar Jr. pelo PSG, time que tem a Nike como fornecedora de material esportivo. Foto: Reprodução
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O jogador usou as redes sociais para responder às acusações e por meio de nota disse “Ironia do destino continuarei a estampar no meu peito uma marca que me traiu”.

Veja a nota da Nike na integra:

A Nike ficou profundamente perturbada com as alegações de agressão sexual feitas por uma de nossas próprias funcionárias contra Neymar Jr. O suposto incidente ocorreu em 2016 e foi oficialmente relatado à Nike em 2018. A funcionária se apresentou para compartilhar sua experiência em um fórum criado pela liderança da Nike para proporcionar um ambiente seguro no qual ex e atuais  funcionários possam compartilhar confidencialmente suas experiências e preocupações. Desde o início, tratamos as alegações da funcionária e sua experiência com grande seriedade.

Quando a funcionária transmitiu suas alegações pela primeira vez à liderança da Nike em 2018, ela o fez com garantias de confidencialidade. Enquanto a Nike estava preparada e pronta para investigar naquele momento, a Nike respeitou o desejo inicial da funcionária de manter o assunto confidencial e evitar uma investigação. Como seu empregador, tínhamos a responsabilidade de respeitar sua privacidade e não acreditávamos que fosse apropriado compartilhar essas informações com as autoridades policiais ou terceiros sem o consentimento da funcionária.

Em 2019, quando a funcionária posteriormente manifestou interesse em prosseguir com o assunto, agimos imediatamente. A Nike encomendou uma investigação independente e contratou um advogado independente para a funcionária, escolhido por ela e custeado pela empresa.

A investigação foi inconclusiva. Nenhum conjunto de fatos emergiu que nos permitiria falar substantivamente sobre o assunto. Não seria apropriado para a Nike fazer uma declaração acusatória sem ser capaz de fornecer os fatos de apoio. A Nike encerrou seu relacionamento com o atleta porque ele se recusou a cooperar de boa-fé com uma investigação de alegações críveis de irregularidades feitas por uma funcionária.

Continuamos a respeitar a confidencialidade da funcionária e também reconhecemos que esta tem sido uma experiência longa e difícil para ela.

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O atacante foi acusado em 2019 do mesmo crime por uma modelo brasileira após ela ter encontros com o jogador em Paris, cidade onde o jogador mora e onde defende o Paris Saint-Germain, o caso pode gerar conflitos entre o clube francês, a CBF e o jogador, já que tanto a seleção brasileira como a equipe parisense tem a Nike como sua fornecedora de material esportivo.

Hoje o atleta tem o patrocínio da Puma que ainda não seu pronunciou sobre o caso.

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