Desde quando foi anunciado o live-action de Rei Leão, o mundo entrou em frenesi, um sentimento de nostalgia começou a pairar pela internet. O frenesi só aumentou quando o elenco foi anunciado, tendo como seus nomes principais Beyoncé e Donald Glover (ou Childish Gambino, como ele se nomeia no cenário musical).

Capa do álbum The Lion King: The Gift

O dia tão esperado chegou, e na última quinta-feira (18 de julho) foi lançado mundialmente o filme. Um dia depois do lançamento da versão live-action recebemos ‘o presente’, The Lion King: The Gift, um álbum da própria Beyoncé com diversas participações especiais, entre elas o Childish Gambino, Jay-Z, Kendrick Lamar e, a própria filha da cantora, Blue Ivy Carter.

Assim como o filme, o álbum é uma grande homenagem à África, trazendo sons e ritmos do continente. A própria cantora descreve The Lion King: The Gift como “uma carta de amor à África”.

Beyoncé não quis fazer apenas um álbum apenas com músicas que remetesse à África, mas sim uma experiência sonora em que você vivencie a África em cada som, em cada batida, em cada ritmo, em cada voz. Por isso, além dos sons, a cantora também se preocupou em trazer para a produção artistas africanos de diversos países, enaltecendo o Afrobeats. Os artistas africanos convidados são: zkid, Tiwa Savage, Fally Ipula, Lebo M, Dbanj, Onyeka Owenu, AKA, Cassper Nyovest, Femi Kuti, Lady Black Mombazo, Arrow Benjamin e Don Jazzy.

Os destaques do álbum, além dele como um todo, ficam as canções: Bigger, música de abertura; Brown Skin Girl, música que ouvimos a voz da pequena, mas já talentosa, Blue Ivy; e Spirit, música que fecha o álbum e está presente na trilha sonora do filme. Junto do álbum, veio também a surpresa do clipe conjunto das músicas Spirit e Bigger,

Em um filme que traz o nome de um rei, é a rainha quem se destaca, sendo o principal rosto da produção. Nas primeiras 12 horas depois de lançado, The Lion King: The Gift, já era número 1 no Spotify em 18 países, incluindo Estados Unidos, Brasil e França. Top 3 no Canadá e Nova Zelândia, e 4ª posição no Reino Unido e na Austrália. No Apple Music, o álbum chegou ao top 3 nos EUA e um número 2 no Reino Unido.


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