O Rec-Beat anuncia a MC e compositora paulista NandaTsunami e o trio colombiano Ghetto Kumbé como as primeiras atrações confirmadas da edição histórica de 30 anos do festival, que acontece de 14 a 17 de fevereiro, no Recife. Os nomes inauguram a programação de uma edição que celebra a trajetória do evento e que reafirma sua vocação para a experimentação e o diálogo entre diferentes cenas e territórios musicais.

Revelação do rap nacional contemporâneo, a MC e compositora NandaTsunami mistura funk mandelão e trap em uma sonoridade que transita entre o hip hop, house e afrobeat. Em seu elogiado álbum lançado no ano passado, É disso que eu me alimento, a artista constrói uma narrativa íntima e pulsante sobre desejo, dor, memória e afetos de uma mulher intensa. Revelada com o EP Tsunami Season, Nanda aprofunda sua identidade artística em um trabalho mais denso, que marca uma nova fase em sua trajetória.

Diretamente da Colômbia, Ghetto Kumbé sobe ao palco do Rec-Beat reafirmando a proposta da curadoria do festival em investigar a produção afro-ibero-americana e de ser uma plataforma de descobertas para o público. O trio é reconhecido internacionalmente por seu projeto afrofuturista que mistura percussões afro-caribenhas e afro-colombianas, música eletrônica, referências africanas e um forte discurso político e social. A apresentação conta com apoio do Programa Ibermúsicas, através da Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

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Com visual marcante formado por máscaras etnofuturistas fluorescentes e um show ritualístico, o grupo já passou por grandes festivais como Glastonbury (Reino Unido), Roskilde (Dinamarca) e Transmusicales (França), além de turnês por toda a Europa e América Latina.

3 décadas de história 

Comemorando 30 anos em 2026 como um dos mais importantes festivais de música do país, o Rec-Beat se consolidou como um espaço de celebração de diferentes cenas musicais, com atenção especial aos sons da América Latina, Caribe, África e Europa. 

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Fundado em 1995 pelo jornalista e produtor cultural Antonio Gutierrez, o Rec-Beat acompanhou as diversas transformações na música nacional e mundial e foi um catalisador de mudanças no cenário local, sempre apostando em novas sonoridades de artistas dos mais diversos estilos.

O Rec-Beat também circulou por outras cidades ao longo dessas três décadas, com edições em São Paulo, Salvador, Fortaleza, Caruaru e João Pessoa. Em 2023, o festival foi reconhecido com o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Recife. 

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O Festival Rec-Beat 2026 tem patrocínio da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife e Uninassau. Apoio da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco, Funarte através do Programa Ibermúsicas, Consulado Geral da Alemanha no Recife. Festival filiado à Abrafin e Adimi. Realização da Rec-Beat Produções, Leão Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal via Lei de Incentivo à Cultura.


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